A amarga vitória de Rubinho

A maioria está feliz com a volta por cima de Rubens Barrichello. Ele fora dispensado de uma equipe de porte médio e estava desesperado tentando conseguir uma vaga qualquer voltar as pistas. Aí, ele teve a incrível sorte de ser contratado pela Brawn GP, uma estreante e, pasmem, não é que ela apresentou o melhor carro da temporada?

Resultado: dobradinha dos pilotos da nova equipe, com o brasileiro, obviamente, em segundo.

Saber quando parar é uma arte que os grandes devem dominar. Infelizmente, Rubinho nunca sequer chegou perto der ser um grande piloto e só mesmo o nosso ufanismo bocó para elevá-lo a patamares que ele nunca chegou. Querer colocar Rubinho na galeria de grandes pilotos da F-1 é o mesmo que querer colocar uma tartaruga em cima de um poste.

O problema maior da presença de Rubinho ali, dando vexame na largada, é que ele está ocupando um lugar que poderia ter sido de outro brasileiro. Se Rubinho tivesse pendurado o capacete, então ele não disputaria a vaga na Brawn GP com Bruno Senna. Sim, estou falando do sobrinho de um tal Ayrton… Imaginem, minha gente! Imaginem o sobrinho de Senna estreando na F-1 e logo de cara vencendo a corrida!

Claro que talvez o Senna-sobrinho tivesse apenas repetido a performance de Rubinho ou até menos, mas de uma coisa eu tenho certeza: eu queria ter visto isso!

Rubinho finalmente ganhou uma disputa de um Senna, mas ao fazer isso nos privou de um dos momentos mais lindos do esporte.

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em esportes

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s